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Elisa Lucinda reabre o Teatro Laura Alvim com 'A paixão segundo Adélia Prado'

 17/11/2016 - 14:44h - Atualizado em 17/11/2016 - 14:47h
 » Ascom

Temporada estreia dia 17 de novembro e segue em cartaz até 12 de dezembro. Espaço do porão apresenta o espetáculo '10 luas'



Após mais de um ano fechado, o teatro da Casa de Cultura Laura Alvim reabre em novembro, a partir de 16 de novembro para uma temporada dos espetáculos "10 luas", com roteiro de Renê Belmonte e "A paixão segundo Adélia Prado", que celebra os 30 anos de carreira da atriz Elisa Lucinda e também homenageia a poeta brasileira.

 

 

 

'A paixão segundo Adélia Prado'. Temporada estreia dia 17 e segue até 12 de novembro (Foto: Divulgação) Editar Apagar

 

 

De forma bem-humorada, a peça "10 luas" conta a história de Beto e Fabiana, um casal que vive intensamente os conflitos e as alegrias da vida a dois, no dia a dia do casamento, sem regras ou manual. O espetáculo, que estreia dia 16, às 20h, e segue em cartaz sempre às quartas-feiras, no porão da Laura Alvim, até 7 de dezembro. O texto segue a linha do drama realista, mas a narrativa é costurada com bom-humor pelos atores Bruna Alvin, Bruno Lambergh, Francine Flach, Luciana Malavasi e Lucca Pougy. A peça é a primeira escrita de Renê Belmonte, já consagradi no cinema nacional por longas como "Assalto ao Banco Central" e "Se eu fosse você". A direção é de Camila Gama e Sandro Pamponet.

No dia seguinte, Elisa Lucinda estreia a peça "A paixão segundo Adélia Prado", no Teatro Laura Alvim, espetáculo que faz parte da comemoração de três décadas de carreira de Elisa, multiartista que, ao longo da estrada, brilhou nos palcos como atriz, cantora, dramaturga, diretora e poetisa. "A paixão" também conta com a participação do músico André Ramos, sob a direção de Geovana Pires.


Elisa Lucinda interpreta um personagem da poeta mineira Adélia Prado, uma mulher beata, católica, mas que esconde seus desejos e inspirações eróticas. O roteiro foi criado justamente para revelar e criar provocações com a noção pagã e sacra do pecado.

"O texto é construído dramaturgicamente através do mergulho poético na obra de Adélia Prado, considerada a maior poeta viva da literatura moderna brasileira. Com elegância e sofisticada linguagem, traça um tear misterioso sobre o simples cotidiano e nos devolve o conteúdo dos dias enriquecidos pelo seu olhar. E assim nos traduz", resume Elisa que reflete essa forma poética no espetáculo que fica em cartaz até 12 de dezembro.


 




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