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Palácio Laranjeiras: Restauro recupera banheiro do século XX

 18/07/2016 - 10:53h - Atualizado em 18/07/2016 - 11:43h

Com as obras em andamento, traços originais foram devolvidos ao espaço


Na ala íntima do Palácio Laranjeiras, um ambiente em particular chama a atenção do visitante. É o banheiro construído para atender à família Guinle, que residiu no palacete até 1947, quando a propriedade foi vendida para a União. O banheiro ostenta uma beleza rara para esse espaço, com todas as peças sanitárias (lavatório, lava-pés, banheira e bidé) esculpidas em peças únicas de mármore carrara. O piso tem mosaicos de flor-de-lis e as torneiras e lustres são dourados, dando um ar de requinte ao espaço.

 

 

Visitação pública

 

Mas a beleza do banheiro nem sempre foi preservada na história do palacete. Durante a ditadura, os militares retiraram todas as peças originais e substituíram por instalações modernas. Com isso, perdeu-se o vaso sanitário em mármore carrara, enquanto as outras peças foram guardadas no porão do palácio e resgatadas no restauro promovido pelo governo Chagas Freitas, no início dos anos 80.

 

Com as obras de restauro em andamento, patrocinadas com recursos da Petrobras e outras empresas, o banheiro recuperou a cor branca original do teto, teve revitalizado o dourado do lustre, das torneiras e das arandelas, além de novas instalações de água e esgoto. Com o fim das obras, o palácio será aberto à visitação pública.

 

Além da Petrobras, outras 12 empresas custearam as obras de restauro do Palácio Laranjeiras: Ambev, Bradesco, Bradesco Seguros, Cedae, CSN Energia, Gás Natural Fenosa/CEG Rio, Eletrobras Furnas, Light, MRS Logística, Instituto CCR, EDF Norte Fluminense e Vale.
 




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