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    Magá Jr.


    Seap realiza atendimento médico on-line para presos do sistema prisional fluminense


    1 de agosto de 2020

     

    Uma parceria entre a Secretaria de Administração Penitenciária, através da Superintendência de Gestão em Saúde e o Projeto Amor que Cura, do Frei Paulo Batista, possibilita a realização de atendimentos médicos, via internet, para presos do sistema prisional fluminense.

     

    A ação piloto, que possui o objetivo de atendimento aos internos via teleatendimento, foi realizada na quinta-feira (30/07), no Instituto Penal Cândido Mendes, no Centro do Rio, através do programa on-line Conexa Saúde. A plataforma, que é gerenciada pelo Projeto Amor que Cura, disponibiliza o atendimento médico por Tele Medicina, com médicos voluntários. O serviço é executado nos ambulatórios das unidades prisionais, na presença de um profissional da saúde e de um policial penal. 

     

    Uma equipe da Superintendência de saúde da Seap seleciona, previamente, os internos que necessitam de atendimento médico, bem como realiza o agendamento online da consulta. Os receituários e medicações prescritas ficam disponíveis na sede do Projeto, na Tijuca, e posteriormente serão separados e entregues aos detentos.

     

    Diante da pandemia do covid-19, o projeto é uma forma de aumentar a cobertura dos atendimentos, antes realizados através de mutirões de saúde presenciais nas unidades prisionais. Neste momento, os profissionais da saúde da Seap estão atuando com uma equipe itinerante, onde realizam visita aos presídios, conforme as notificações de casos de Síndrome Gripal e Síndrome Respiratória Aguda Grave.

     

    Para o subsecretário de Tratamento Penitenciário, José Perrota, o projeto auxilia na assistência médica aos detentos.

     

    - Em decorrência da pandemia, a telemedicina é um grande avanço na política de atenção primária aos detentos. A ideia é expandir para toda as unidades prisionais, conseguindo realizar os atendimentos mais simples e acompanhar os casos de pacientes com doenças crônicas, como diabetes e hipertensão – concluiu o subsecretário.