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    CGE realiza palestra na Cedae sobre combate à corrupção


    Por Ascom da CGE-RJ



    A Controladoria Geral do Estado (CGE RJ) ministrou, nesta quarta-feira (29/5), a palestra ‘Combate à Corrupção e Promoção da Integridade’ para funcionários da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (CEDAE). A capacitação, um pedido do próprio órgão, foi realizada pelo responsável do setor de integridade da CGE RJ, Antonio Nóbrega, e pela assessora especial da pasta, Vanessa Boechat. O evento contou com a presença do presidente da CEDAE, Helio Cabral Moreira.

     

    Segundo Antonio Nobrega, o objetivo da inciativa é reforçar as boas práticas que devem ser seguidas na Administração Pública, permitindo que os órgãos e entidades, incluindo as empresas estatais, possam ter um local de trabalho ético.

     

    – Quando você tem um ambiente mais íntegro, você também está sendo referência para que essas boas práticas sejam adotadas pelo setor privado – explicou o assessor especial da CGE, que também é ex-corregedor-geral da União.

     

    A palestra, já realizada no DETRAN, tratou de temas como as consequências causadas por atos irregulares e medidas que devem ser tomadas para identificar e evitar atos de corrupção. Além disso, foram abordados os conceitos de ética e integridade pública, e o papel da CGE RJ como órgão de controle do Estado.

     

    O presidente da Cedae, Helio Cabral Moreira, ressaltou a importância de fazer como que o código de ética das organizações estaduais seja sempre posto em prática.

     

    – Todo mundo tem que ler e praticar, usar isso como algo enraizado. Na CEDAE, estamos constantemente fortalecendo nossos mecanismos de controle – declarou.

     

    Para o assessor de compliance na Governança Corporativa da CEDAE, André Eugênio dos Santos, que participou da capacitação, a CEDAE já implantou vários mecanismos de integridade e tem agora que trabalhar fortemente a questão da cultura.

     

    - Um órgão de controle vir falar sobre o assunto ajuda na aderência no corpo funcional – avaliou André Eugênio.