Notícias

Você está aqui: Início/Notícias


Identidade só vale no Mercosul com até 10 anos de emissão


Quem vai viajar para países-membros do Mercosul (Argentina, Bolívia, Chile e Uruguai, por exemplo) pode prescindir do passaporte e optar pela apresentação da carteira de identidade na hora do embarque. Mas é preciso estar atento à data do documento, que deve ter sido emitido há no máximo 10 anos, prazo estipulado pelos países que fazem parte do Mercosul.

 

Os viajantes que renovam a identidade antes de embarcar recebem, desde o início de abril, o novo modelo da carteira, que reúne os números dos documentos mais importantes do cidadão, além do tipo sanguíneo e fator RH. Também há ícones para deficientes físicos, visuais, auditivos e intelectuais, e a possibilidade de inclusão do nome social com validade em todo o território nacional.

 

Além do CPF (Cadastro de Pessoas Físicas da Receita Federal) e do PIS (Programa de Integração Social) ou Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), que já constam da carteira atual, a nova carteira pode contar com os números dos seguintes documentos: DNI (Documento Nacional de Identificação), NIS (Número de Integração Social), Cartão Nacional de Saúde, Título de Eleitor, identidade profissional expedida por órgão ou entidade legalmente autorizado, Carteira de Trabalho e Previdência Social, Carteira Nacional de Habilitação e Certificado Militar. Para isso que os dados sejam incluídos, o cidadão deverá apresentar originais ou cópias autenticadas desses documentos.

 

É importante ressaltar que o novo modelo oferece maior segurança em relação ao atual para evitar falsificações, pois é feita prova de todos os dados nela incluídos. "Além de elementos gráficos de segurança mais sofisticados, há um código de barras bidimensional, no padrão QR Code, gerado a partir de algoritmo específico. Esse código permite a consulta da validade do documento em sistema próprio”, destaca o presidente do Detran, Luiz Carlos das Neves.