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Exposição Bela Bienal chega ao fim nesta terça-feira


Terça-feira (30/04) é o último dia da Bela Bienal na Casa França-Brasil, vinculado à Secretaria de Cultura e Economia Criativa. A expectativa do curador Edson Cardoso é trazer o evento multicultural de volta, em 2021, para que o espaço se torne a “Casa Brasileira da Bela Bienal”. Reunindo uma coleção de esculturas, quadros, desenhos, fotografias e instalações, as obras são criações de artistas da Finlândia, Suécia, Islândia, Holanda, Dinamarca, Alemanha e Itália, juntamente com os trabalhos dos artistas do Brasil e da Argentina, a mostra configura com grande sucesso o belo intercâmbio entre europeus e sul-americanos.

 

- Estou muito feliz com o resultado de público e de críticas. Essas exposições têm também o grande mérito de lançar novos artistas no mercado cultural assim como o propósito de consolidar carreiras no âmbito internacional - ressalta o produtor cultural Edson Cardoso, responsável pela curadoria do evento. Residente há 16 anos em Helsinque, na Finlândia, o carioca é proprietário da Ava Gallery, e vem realizando exposições de grande porte, desde 2006, na capital finlandesa e também em cidades como Paris, Londres,  Osaka, Lisboa e Rio de Janeiro.

 

Mostra e intercâmbio cultural 

 

Entre os brasileiros que participam desta Bela Bienal, temos artistas como Mazeredo, Deborah Netto, Marcelo Duprat, Rogério Mariano, Teresa Asmar, Sergio Barcelos e Gustavo Kuklinski. Já entre os artistas internacionais, uma presença de grande fundamento é da artista finlandesa Eeva-Lisa Isomaa, autora de uma instalação feita de véus, intitulada “Casueira”. Eva não é uma estreante, pois já teve uma exposição com suas obras montada aqui no Rio de Janeiro, no Museu Oscar Niemeyer, em 2010.

 

Para o diretor da Casa França-Brasil, Jesus Chediak, a avaliação da repercussão do evento é positiva, na medida em que assegura grande visibilidade para a Secretaria de Cultura e Economia Criativa: 

 

- A Bela Bienal permitiu trazer à Casa França-Brasil o diálogo entre a arte europeia e com a arte contemporânea de Brasil e Argentina. Isso é importante para a Secretaria de Cultura e Economia Criativa, ao fortalecer o cosmopolitismo do Rio de Janeiro e projetar a imagem da cidade como capital cultural do País.